A Samsung começou a vender o Freestyle+ nos Estados Unidos por US$ 1.199,99, a terceira geração do projetor em formato de cilindro que a empresa lançou em 2022. Ele já está à venda no Samsung.com e em varejistas selecionados sob o código de modelo SP-LFF3H, de acordo com a sala de imprensa da empresa nos EUA, and it arrives with roughly double the measured light output of the model it replaces — along with a price that has climbed by $400.
A especificação mais importante é 430 lúmens ISO, de um motor DLP 1080p que projeta imagens entre 30 e 100 polegadas. A Samsung também deu a esta geração suporte a HDR10+, seu processamento PurColor e um alto-falante de 360 graus com dois woofers passivos, que pode ser pareado com uma soundbar Samsung via Q-Symphony. O suporte ainda gira 180 graus, então o aparelho pode ser apontado para o teto com a mesma facilidade que para uma parede.
Dois números de luminosidade, um deles é o real
A comparação com o Freestyle 2ª Geração anterior merece cuidado, porque a Samsung costumava citar um número que não podia ser comparado com nada. Esse modelo era anunciado com 550 "lúmens LED", uma medida proprietária; testes independentes e a classificação padronizada apontavam 230 lúmens ISO. O Freestyle+ tem 430 lúmens ISO na mesma métrica, então o salto é real e quase o dobro — mas é um salto de uma base muito baixa, o que coloca o projetor na mesma faixa de modelos compactos com bateria que custam um terço do preço.
O que 430 lúmens compram na prática é uma imagem que se sustenta em uma projeção de 60 a 80 polegadas em um ambiente devidamente escuro, e uma imagem de 100 polegadas que começa a ficar fraca assim que alguém acende uma lâmpada. Essa é a física da categoria, e a Samsung não está fingindo o contrário; o número de 100 polegadas é citado como máximo, não como recomendação.
O software de configuração é o verdadeiro produto
A Samsung concentrou a maior parte de seu esforço de engenharia em deixar a imagem alinhada e focada sem que o dono precise fazer nada. O Freestyle+ vem com 3D Auto Keystone, que corrige a geometria em cantos e superfícies irregulares, e não apenas o desvio trapezoidal; Wall Calibration, que lê a cor e o padrão da superfície e compensa; Screen Fit; Obstacle Avoidance, que detecta interruptores de luz e porta-retratos e contorna esses obstáculos; e Real-time Focus acionado por um motor ultrassônico, para a imagem permanecer nítida enquanto o aparelho é girado. Os avaliadores que testaram o sistema antes do lançamento relatou que a imagem visivelmente se achatava quando o projetor era apontado para o canto de uma sala.
Essa é uma diferença significativa em relação ao que a maioria dos portáteis faz, que é projetar um retângulo na parede e deixar o dono brigar com o controle remoto. É também o sinal mais claro de onde a Samsung acha que está o valor: não em uma lâmpada mais brilhante, mas em eliminar os dez minutos de configuração que arruínam o primeiro ato de um filme.
Tizen, Vision AI e o ecossistema usual da Samsung
O projetor roda Tizen com o Smart Hub completo, o que significa todos os principais aplicativos de streaming, Samsung TV Plus com mais de 750 canais gratuitos e Gaming Hub para jogos na nuvem sem precisar de console. A Samsung também trouxe o Vision AI Companion, o painel que coloca Bixby e o Gemini do Google atrás de uma única interface de voz em suas televisões de 2026. AirPlay 2, Tap View e Smart View estão presentes para espelhamento a partir do celular.
Cloud gaming em um projetor de 430 lúmens é uma proposta um tanto estranha — o input lag em portáteis raramente é competitivo e ninguém joga um shooter no teto do quarto —, mas não custa nada para a Samsung incluir isso, e o Gaming Hub virou um recurso padrão em toda a linha.
Ainda sem bateria
O Freestyle+ não possui bateria interna. Ele funciona conectado à tomada ou a um power bank USB-C, e a Samsung vende separadamente uma Base de Bateria Freestyle para quem quiser usá-lo sem fio. Essa é a crítica feita a todos os modelos Freestyle desde o primeiro, e continua sendo o ponto mais difícil de justificar por US$ 1.199,99: um projetor vendido com a promessa de ser carregado de cômodo em cômodo ainda precisa estar plugado em algo.
Isso também complica a proposta diante do restante do mercado de projetores portáteis. Freedo da Dangbei custa US$ 499 com uma bateria de 60Wh que dura cerca de duas horas e meia, 450 lúmens ISO, um gimbal integrado e Google TV com Netflix devidamente licenciada — ou seja, um pouco mais de luz que o Freestyle+, operação verdadeiramente sem fio, e troco de metade do preço. A XGIMI MoGo 4 faz um argumento semelhante. Essa lacuna já era visível uma geração atrás, quando nós comparamos o Freestyle 2nd Gen com o Freedo; the Freestyle+ narrows it on brightness and widens it on price. Samsung is not competing on the spec sheet here and clearly knows it.
Onde ele se posiciona no mercado
A US$ 799, o Freestyle 2ª Geração era uma compra por impulso para quem já estava no ecossistema da Samsung. A US$ 1.199,99, o Freestyle+ é uma compra pensada, e o campo em que ele entrou é implacável: US$ 1.199 compram um projetor gimbal 4K de triplo laser de várias marcas chinesas, ou uma máquina de home theater de verdade com 2.000 lúmens da Epson ou BenQ, se a portabilidade for negociável.
O que a Samsung está vendendo, em vez disso, é a ausência de atrito — um dispositivo que qualquer membro da casa pode pegar, apontar para a parede e ter funcionando em quinze segundos, envolvido na mesma interface da televisão lá embaixo. Existe um mercado real para isso, e a Samsung historicamente tem sido melhor em atender a ele do que as empresas que vencem as comparações de especificações. Se é um mercado de US$ 1.199,99 é a pergunta que os próximos dois trimestres vão responder.